BLOQUEIO NÃO!
As novas regras da Anatel para telefonia móvel estão gerando muitas dúvidas na cabeça do consumidor. O que muda na prática para os pobres mortais, prazos para as operadoras se adaptarem e outras dúvidas que possam surgir, podem ser todas respondidas aqui ou no próprio site da Anatel.
Vale a pena dar uma conferida para poder exigir seus direitos.
Add comment Fevereiro 28, 2008
Camtasia Studio 3
Conforme noticiado no excelente MeioBit, foi liberado gratuitamente pela Techsmith o software de captura e edição de vídeo Camtasia Studio 3. Com ele é possível capturar os movimentos da tela e transformar em vídeo, fato que deve interessar principalmente a profissionais que trabalham com EAD e/ou desejam realizar algum teste de usabilidade, ainda que de forma bastante simplificada.
O mais interessante é que você também pode registrar o produto gratuitamente no site do fabricante. Imagine se essa moda pega e empresas como a ADOBE resolvessem liberar versões antigas de seus produtos gratuitamente (Photoshop 6.0, por exemplo).
Talvez para as empresas de design ainda fosse interessante ter a última versão do software, mas garanto que muitos usuários domésticos aprovariam a iniciativa ao invés de recorrer ao mercado informal (leia-se pirataria) para suprir suas necessidades. Não é por acaso que softwares como o Pixelmator tem ganhado adeptos pela web. Obviamente não se compara qualidade, mas levando-se em conta ssua proposta, fica evidente que o software representa um escelente custo-benefício ao usuário doméstico.
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Tags: free;usabilidade, software, vídeo
Add comment Novembro 28, 2007
MAKE MY LOGO BIGGER CREAM
Esse vídeo deveria ser obrigatório em toda universidade que pretende ensinar design gráfico / web design. Da série “A vida como ela é”.
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Add comment Novembro 14, 2007
Tip of the Day!
Para os designers que são fissurados por goodies & freebies, o site DezinerFolio é o paraíso na terra. Definitivamente vale uma visita.
Add comment Novembro 13, 2007
Mobilidade ainda que tardia
Que eu sou aficcionado por novidades tecnológicas, não é segredo. Mas quando você tem um trabalho a fazer e as coisas não funcionam por razões que você desconhece, é um problema.
Tenho que instalar alguns aplicativos em meu celular, servirá de teste para elaboração de um projeto que envolve mobilidade
Dessa forma, fiz o meu cadastro no Widsets, um site gratuito de onde você pode baixar uma lista de aplicativos, que vão desde gerenciadores de e-mail a micro-bloging. Teoricamente é uma grande idéia. O problema começa quando, após fazer o cadastro (que demora cerca de três dias para ser efetuado, acessando de um desktop com banda larga, desde que eles lançaram a versão beta do site), você tem que fornecer o número do seu celular para que eles possam mandar o link via sms. Não sei se é problema da operadora, do meu plano, do meu aparelho, do sistema deles, da minha incapacidade de digitar o número do meu cel., mas a mensagem simplesmente não chega. Não consigo sequer fazer o download para o meu desktop e realizar a transferência dos dados via bluetooth, porque a página de download simplesmente desaparece depois que você efetua o login.
Acho melhor desistir e tentar o Simple Spark, quem sabe assim da próxima vez que eu blogar, já esteja fazendo isso da fila do supermercado, do banco, de dentro do ônibus…
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Tags: mobilidade, web2.0
Add comment Novembro 9, 2007
O Tiro no pé da Sony
Sempre gostei da Sony. A marca japonesa sempre foi uma das minhas preferências ao comprar televisores, aparelhos de som (na época em que ainda se usava toca-discos) e mais recentemente, videogames. Eu que sou da época do Atari 2600, passei um longo tempo longe da jogatina televisiva (pra ser mais exato, meu último console havia sido o finado Mega Drive de 16 bits, da Sega) até passar um final de semana prolongado no sítio da família, quando meu priminho ganhou de Natal um Playstation.
De lá para cá, não parei mais. Playstation, Playstation 2, PSP e aguardava ansiosamente a chegada do PS3. Não cogitava outros consoles por motivos que vão desde a antipatia pela Micrsoft (e o medo das 3rl’s) até a crença de que a Nintendo só faz jogos infantis. (além do que não existe Silent Hill para os consoles da Nintendo).
Minha decepção com a Sony começou com o anúncio do preço do console.USD 600,00 era quase o preço de um notebook lá fora. Se formos levar em conta o Brasil, as lojas chegaram ao absurdo de vender o console a R$7.000,00. Está certo, havia escassez do videogame no mercado mundial, os impostos por aqui são um assalto, o bichinho tem leitor de blue-ray, o custo do chip Cell é caro e blablabla… Mas é praticamente como se eu tivesse que vender meu carro véio para poder pagar por um console. E ainda as empresas reclamam da pirataria e dos produtos vendidos no mercado cinza.
O fato, é que hoje, percebe-se claramente que o PS3 não agradou. Os desenvolvedores de jogos dizem que é muito difícil programar para o console, os usuários reclamam da falta de jogos expressivos e do controle com sensor de movimento (feito nas coxas, para copiar a Nintendo), além do que a Home ainda não é tão desenvolvida quanto a Live, do Xbox 360.Ah, além de tudo tem o preço…
Resultado: A Sony está tentando se livrar do chip cell e reposicionar seu produto no mercado. Serão lançadas novas versões para o ps3 com algumas mudanças básicas, a fim de baratear o produto e atrair novos consumidores. Enquanto isso, quem possuía até então a desvantagem por não ser tão poderoso quanto seus rivais, está ganhando a guerra dos consoles. O Wii é sucesso de venda no mundo e provou que qualidade gráfica e nome não são sinônimos de sucesso.E o que é melhor de tudo, eu já tenho o meu.
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Add comment Novembro 9, 2007
TWITTER, Formigas e outros petiscos.
Logo quando o Twitter foi lançado, pensei: “Que p… é essa?” Será que essa febre de Big Brother (o programa de tv, que tem por princípio fazer as pessoas assistirem um bando de gente fútil e vazia fazendo nada o dia todo) não vai passar?
Imaginei o quanto seria interessante e enriquecedor ler que uma pessoa acabou de comer um pedaço de queijo prato a 15 seg. atrás.
Obviamente não pensei nas aplicações práticas. A cobertura de eventos em tempo real, por jornalistas através do twitter, acabou surtindo bons resultados e mudou minha visão (não totalmente sem fundamento) preconceituosa sobre a ferramenta. É claro que a maior parte das mensagens se encaixam no exemplo dado no parágrafo anterior. Mas há vida inteligente na blogosfera.
Resolví então testar a ferramenta. Me cadastrei e, para minha surpresa, a primeira pessoa que encontro no ambiente é o escritor norte-americano Steven Johnson, autor entre outros livros, de Emergência, sobre a dinâmica das redes sociais.
Enfim, queimei a língua.
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Tags: web2.0, social network, literatura
Add comment Novembro 8, 2007
Quem manda aqui sou eu!
99,999% dos designers já passaram por isso. Imagine se fossem médicos…
Quando uma pessoa estuda a maior parte de sua vida para se aperfeiçoar naquilo que se propôs a fazer, é difícil aceitar ordens de pessoas leigas e totalmente desprovidas de bom senso. Infelizmente essa é uma constante na relação cliente / designer, onde o grau de interferência é ditado pela disposição e necessidade do profissional em atender as exigências descabidas do contratante.
Aparentemente, todo brasileiro nasce técnico de futebol e diretor de arte ao mesmo tempo. Aquela garota pré-adolescente, com aparelho nos dentes e espinhas na cara, e que coincidentemente também é filha de um dos sócios do cliente, é perfeita para o novo anúncio da empresa. Merece lugar de destaque nos 30 segundos da propaganda que vai entrar no ar em horário nobre da Globo. Mesmo o anúncio sendo sobre uma revista voltada para agro-business.
Nessas horas, não há paleta de cores, estudos de forma ou qualquer outro embasamento teórico que resista á sentença. “Faz assim porque sou eu quem paga o seu salário eu quero .”
Para esse caso há três opções igualmente ruins:
1º Soltar um “não tá contente, faz você”. Perder o cliente, o emprego, e até as calças, dependendo do caso.
2º Tentar explicar porque as coisas são daquela forma, e não de outra mesmo sabendo que é em vão.
3º Enfiar o rabo entre as pernas a cara no computador e dançar conforme a música.
Infelizmente não há luz no fim do túnel. Para cada feliz designer que entrar no mercado de trabalho, sempre haverá um cliente disposto a ditar as regras e domar a criatividade do profissional em prol do famoso e temido “gosto pessoal”.
Add comment Novembro 8, 2007
Novo começo…
Começo aqui um novo blog, voltado para tecnologia, web 2.0, e o maravilhoso mundo das empresas que não entendem as mudanças pelas quais os meios de comunicação estão passando. ufa! Lá vou eu…
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Tags: tecnologia, web 2.0, comunicação
Add comment Outubro 31, 2007


